segunda-feira, 21 de julho de 2008
Out?
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21.7.08
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sábado, 5 de julho de 2008
Come back, baby come back!
Sorrisos, alegria, ansiedade... o vento leste voltou, mesmo que por breves instantes. Ontem foi um dia diferente dos ultimos meses e que pôs toda a gente com sorriso na cara :))))
Mesmo com um mar que, nas últimas semanas, mais faz lembrar uma indigestão de Neptuno há sempre aqueles que têm uma estrelinha em cima da cabeça...:o)
Max Ventura
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zé
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5.7.08
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terça-feira, 1 de julho de 2008
Festa, Festa!
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1.7.08
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quinta-feira, 26 de junho de 2008
Outro?!!
Quantos são? Hã?? Quantos são???

Style...
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zé
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26.6.08
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quarta-feira, 25 de junho de 2008
Parabéns!!!
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25.6.08
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sexta-feira, 20 de junho de 2008
Patriotismos
Portugal perdeu...não há volta a dar! Podiamos ter chegado mais longe, mas as coisas nem sempre correm de feição. De qualquer forma proporcionaram-nos (pelo menos a mim) três semanas de alegria. Como tristezas não pagam dividas, mal acabou o jogo de ontem, em vez de irmos para casa cabisbaixos, fizemos a festa! Aqui ficam alguns momentos...
Uns cantavam aquilo que sabiam...
Já viram algum Chinês a beber minis? Olhem aí o da esquerda...
Viva la fiesta
Até apareceu pessoal a fazer break-dance...
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20.6.08
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segunda-feira, 9 de junho de 2008
Está lá? Quem fala?
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9.6.08
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quinta-feira, 5 de junho de 2008
Devoção!
A esbanjar estilo
Dropknee Master
Peço desculpa pela qualidade da segunda e terceira fotos, mas não estava lá o mestre Chagas nesse dia :p
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5.6.08
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sexta-feira, 16 de maio de 2008
Vamos lá a animar aqui a tasca!
Novidades brevemente! :P
Alguém consegue identificar?
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Antonio Chagas
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16.5.08
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segunda-feira, 28 de abril de 2008
Olha as fotos fresquinhas...
Ora bem! Já que ninguém se pronuncia eu chego-me á frente sem grandes problemas e deixo as fotos de dia 25 de Abril. Foi um dia cinco estrelas com novos amigos e em que conheci novos sitios onde a malta vai mandar as Surfadas. As condições para fotografar não eram as melhores mas tentei fazer alguma coisa de jeito.
Ficam as fotos e esperam-se os comentários...
Todas as fotos AQUI!!.
Um abraço a todos,
Chagas.
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Antonio Chagas
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28.4.08
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quarta-feira, 23 de abril de 2008
Por falar em viagens...
Há por aí alguém que tenha uma ideia de paraíso muito diferente desta? Eu não...
Obrigado pelas fotos e um grande abraço Leitão, temos saudades tuas! Quando é que vens visitar a malta?
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zé
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23.4.08
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sexta-feira, 18 de abril de 2008
"La vida es un viaje"
Adoro viajar, se pudesse escolher um modo de ocupar os meus dias era assim, a viajar. Mas não tendo essa oportunidade, vou viajando de outras formas…a ler um livro de viagens, a ver um documentário, nos braços da minha cara-metade, a falar com outras pessoas sobre as suas viagens ou, sempre que posso, a viajar na verdadeira acepção da palavra. Gosto de viajar despido…de preconceitos, de estereótipos, de racismos e de ideias pré-concebidas, para assim conseguir absorver tudo aquilo que cada sítio tem para oferecer, porque para além das belezas naturais e da história de cada local, fascinam-me as pessoas e as suas histórias. É lindo sentir como a geografia influência o modo de viver, de ver o mundo e de falar de cada um de nós, de como o pescador, que tem a casa em frente à praia e o mar como horizonte, é diferente do pastor que vive encravado nos vales de uma serra do interior.
Aqui à uns tempos, chegámos à praia pela manhã e apesar do vento off-shore, o mar apresentava-se pequeno, com as séries inconstantes. Talvez fosse do swell de norte que fazia com que as ondas se desviassem do ponto geográfico onde se situa a nossa casa. “E agora? Que fazemos? Esperamos que a maré encha?” Naquele tradicional mar de dúvidas alguém solta um “Epá, vamos para norte, para a zona de…?” Uns não podiam, outros diziam que era muito longe. Indiferentes a isso, o Xuxa e o Max partiram à descoberta de um local que conheciam mal.
Passado cerca de um mês, as previsões apontavam novamente para um fim-de-semana de ondas pequenas e vento off-shore. Impulsionados pela qualidade das ondas que o Max e o Xuxa lá tinham apanhado, planeámos mais uma investida àquela zona. Beneficiando de contactos que temos por lá, fomos sabendo que havia ondas, mesmo que pequenas, coisa que pela nossa terra era mentira. Chegado o dia, rumámos a norte…quando lá chegámos depressa nos apercebemos que não estava tão bom como daquela vez que os dois lá tinham estado, mas uma esquerda comprida fez rapidamente a nossa cabeça. Estávamos já em pulgas para entrarmos na água quando, por obra do acaso, aparece o Estrada (um grande amigo que temos naquelas bandas), que eu pensava estar ainda a recuperar de uma fractura ao perónio. Tinha ido ver-o-mar porque já podia surfar…óptimo! Uma boa onda com mais um amigo, que se pode querer de melhor?
A surfada, longe de ter sido clássica, foi óptima, por estarmos num sitio diferente e por podermos ter partilhado isso com mais um amigo nosso (só faltava lá o resto do pessoal).
Às vezes comparo os viajantes aos animais… Imaginem uma cerca com o portão aberto: há aqueles tão habituados à comodidade da cerca que nem sequer ousam aproximar-se da saída, enquanto outros (em menor número com certeza) vêm nessa uma oportunidade para fugir, para partir rumo ao desconhecido, para viajar…
Aqui ficam algumas fotos da primeira investida àquela zona...
E da segunda…
P.S. Um grande abraço e um obrigado do tamanho do mundo ao Miguel Estrada e ao Hugo “girino” Caiano pelas preciosas informações, pela disponibilidade e pela forma como nos receberam. São Grandes! Agora é a vossa vez de cá vir abaixo :o)
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18.4.08
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terça-feira, 8 de abril de 2008
Aparição!
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8.4.08
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quinta-feira, 3 de abril de 2008
Voltou...
Peço desculpa por estarem tão longe mas a máquina não dá p'ra mais.
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3.4.08
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sexta-feira, 14 de março de 2008
Cultura Salgada
Pensei...”uma surfada entre amigos? Para quê tanto stress?” Lembrei-me então das surfadas que já tinha dado naquele sítio com os meus amigos. Foram verões, fins-de-semana, vento norte, sul, este, oeste, a pé, de bicicleta, à boleia, de tractor... dias inteiros, seguidos, passados naquela praia - só nós, os pescadores, as gaivotas. Nessa altura os gritos eram de felicidade... só anos depois vieram os que consideram aquele local como “seu”, aqueles que se acham no topo da hierarquia do respeito aqui da zona, aqueles a quem as palavras educação, respeito e cultura pouco dizem.
Ontem fui surfar aos super...entre 10 e vinte pessoas na água, sendo que metade delas eram bifes, ou seja, a maioria não se conhecia de lado algum. Nas duas horas de bodyboard que fiz ouvi um “HEY”, mas nada agressivo, só de aviso que ali ia alguém naquela onda. Cada um que ali estava sabia o seu lugar na hierarquia daquele sitio. Comecei a fazer comparações com o que tinha visto à dois dias atrás. Num lado, ondas más, pouca gente, muita estupidez. No outro (por sinal um dos sitios mais frequentados do país), altas ondas, pessoas respeitadoras, alegria no ar. Os verdadeiros corredores de ondas (surfistas, bodyboarders, kneeboarders, etc.), aqueles que fazem verdadeiramente parte da “cultura do mar”, sabem respeitar-se uns aos outros, respeitar a hirarquia de cada local, vibrar com o tubo de um desconhecido. Os outros, coitados, vão continuar a ser uns infelizes e frustrados, porque afinal o mar não lhes transmitiu valores nenhuns...só aguçou o que de mau cada um deles tem.
“Ser culto é ser de um sitio”, disse um dia José Cutileiro (embaixador português e que desempenhou alguns cargos na ONU). Nesse sentido, cada vez vejo menos pessoas cultas, pessoas que vivem num sitio mas não são de lado nenhum, que não se identificam com o local onde vivem, que têm vergonha de dizer o nome da terra onde nasceram. Eu tenho a sorte de ter muitos amigos que sao “de um sitio”..este onde nós vivemos!
Asim sendo, obrigado aos meus companheiros das ondas por serem das pessoas mais cultas que já conheci, por serem verdadeiros corredores de ondas...
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14.3.08
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terça-feira, 4 de março de 2008
Hoje...
Hoje, algures na costa portuguesa, estava assim...
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4.3.08
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sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
Descobertas...
« Rewind
Para mim existem dois tipos de pessoas...aquelas que procuram, que lutam, que investem, que caem, que levantam, que choram, que conseguem, e as outras que simplesmente se limitam a andar a reboque das descobertas dos outros. Sempre admirei aqueles que vivem com a palavra descoberta no horizonte. É preciso sempre alguém para abrir caminho para algo...tudo o resto vem depois. Teve de haver um primeiro alpinista a querer chegar ao cume do Evereste, teve que existir alguém que morresse a tentar voar para que os seus seguidores conseguissem chegar ao primeiro engenho voador. Mas para que a ideia de desafio se apresente na cabeça do homem tem, antes de mais, de haver a constatação fisica do objecto ou elemento a desafiar...se não existisse o Evereste nunca ninguém tinha tido a intenção de escalá-lo. Pode parecer uma observação estupida, mas é pertinente.
Nos desportos de ondas, em geral, e no bodyboard, em particular, acontece exactamente o mesmo... há aqueles que trocam horas de sono, dinheiro em combustível ou carinhos de uma mulher bonita pelo prazer da (re)descoberta, e os que se limitam a ficar à espera que as descobertas dos outros se tornem conhecidas para sairem da mesa do café. Como disse Fernando Pessoa “sou do tamanho daquilo que vejo, não do tamanho da minha altura”. Eu tenho o prazer de pertencer a um grupo que de amigos que são enormes naquilo que vêm, porque todas as ondas que agora são moda aqui pela terrinha, ja eram desbravadas por eles há vários anos, só depois veio o crowd, a arrogância....
» Fast-forward
Naquela dança do despe-roupa, veste-fato, alguém disse: “epá...olha ali?”. De longe era dificil avaliar bem a onda, mas um “eu vou” de um lado e um “bora lá” do outro ditaram o local da surfada. Era um sitio improvavel...ondas boas? Ali? Depois disso já só me lembro de, depois de apanhar a primeira e quando regressava ao outside, ver o max e o cartaxo dentro de dois tubos azul-turquesa! As ondas, essas, estão sempre lá...mas como este é um desporto em expansão, também a nossa forma de as ver se vai alterando. Sorte as daqueles que têm “visão” para isso. E como tudo o que é descoberto tem de ter um nome...minhas senhores e meus senhores apresento-vos... MAXIMUS (adivinhem porque se chama assim?) :o)
Peço desculpa pela qualidade das fotos não ser nem parecida com as do mestre Chagas, mas fica a intenção...neste dia elas rolavam com metro/metro e meio.
P.S. : Para os que ficam sentados á espera que as ondas venham..podem subir falésias, descer arribas, andar pela praia, vasculhar lages..que não vão descobrir onde é!
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29.2.08
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