terça-feira, 19 de agosto de 2008

O espírito do Bodyborder é eterno...


Encontrei esta foto na net e achei interessante.
Só prova que o espírito do Bodyborder é eterno...

Um grande abraço a todos,
Chagas.

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Out?

Não, é a cena mais "in" dos últimos tempos, no que ao bodyboard diz respeito! Ontem o Ondas Salgadas (ops! é Sonhos Salgados, peço desculpa) foi até Santa Cruz ver o pessoal a mandar uns voos, e que voos!!! Enquanto de um lado da praia o Saca mandava água por tudo o que era lado,do outro o objectivo parecia ser apanhar alguma gaivota desprevenida em voo, tal era a altura que o pessoal atingia nas manobras.





sábado, 5 de julho de 2008

Come back, baby come back!

Sorrisos, alegria, ansiedade... o vento leste voltou, mesmo que por breves instantes. Ontem foi um dia diferente dos ultimos meses e que pôs toda a gente com sorriso na cara :))))



So Beautiful

Mesmo com um mar que, nas últimas semanas, mais faz lembrar uma indigestão de Neptuno há sempre aqueles que têm uma estrelinha em cima da cabeça...:o)


Max Ventura

terça-feira, 1 de julho de 2008

Festa, Festa!

Os últimos tempos têm sido quase uma nulidade em termos de ondas e com uma nortada que não lembra a ninguém. O que vale é que o Abreu e o Max fazem anos na mesma semana...e quando assim é, a festa é garantida...quem é que se lembrava das ondas más numa noite destas? Aqui ficam alguns momentos de mais uma noite memorável. Obrigado ao Max e ao Abreu pelo jantar. Faço um desafio, cada um do pessoal comenta uma foto...
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quinta-feira, 26 de junho de 2008

Outro?!!

Este pessoal não poder ver nada...lá por uns fazerem anos ontem , há outros que se lembram de nascer logo no dia a seguir!!! Grande Abreu. Muitos parabéns. Aqui fica uma amostra da raça "guerreira" deste homem :p
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Há coisas que nem lembra ao Pai Natal...
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Quantos são? Hã?? Quantos são???

Style...

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Parabéns!!!

Hoje é o dia do Max! Não me lembro quantos anos faz, mas o que é que isso interessa? O que importa é que o temos cá, sempre bem-disposto e pronto a fazer daqueles tubos que no fim põem toda a gente aos gritos e uns malucos a remarem direito a ele p'ra o abraçarem! És grande. Aqui fica uma foto do seu "habitat natural"!
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sexta-feira, 20 de junho de 2008

Patriotismos

Portugal perdeu...não há volta a dar! Podiamos ter chegado mais longe, mas as coisas nem sempre correm de feição. De qualquer forma proporcionaram-nos (pelo menos a mim) três semanas de alegria. Como tristezas não pagam dividas, mal acabou o jogo de ontem, em vez de irmos para casa cabisbaixos, fizemos a festa! Aqui ficam alguns momentos...



No Work Team (só falta o Délio)

Uns cantavam aquilo que sabiam...

Já viram algum Chinês a beber minis? Olhem aí o da esquerda...

Viva la fiesta

Até apareceu pessoal a fazer break-dance...

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Está lá? Quem fala?

Não! É engano...está cá e é nossa :o) Não fala, mas a sua beleza é indescritível... Aqui tão perto... não se deixem enganar, a onda tem 2 metros bem medidos. Só que é fotografada de tão longe que não parece...não, não é o bunker!


quinta-feira, 5 de junho de 2008

Devoção!

Assim como aquelas mulheres vestidas de preto, que vemos habitualmente ajoelhadas a olharem para a imagem de Nossa Senhora, enquanto desfiam o terço na mão durante procissão das velas do 13 de Maio, façam vocês o mesmo...mas em relação à nossa religião!!! Peguem na "Biblia" de Junho e em vez do terço passem as folhas devagar em acto de contemplação, mas quando chegarem à página 44 e 45 parem! É aí... ajoelhem-se, juntem as mãos… é o nosso santuário, local de culto, tema de horas de conversa, motivo de noites de ansiedade e insónias, sonhos, pesadelos... E a acompanhar as fotos vem um relato apaixonado de um sortudo que, como eu, pode assistir naquele dia às ondas que ali quebravam. Mas à margem de tudo isto, o motivo pelo qual me arrepiei ao ver a foto não foi a onda, foi o comentário, e lá vinha escrito... BUNKER. E sabem que mais? Eu tenho o prazer de, além de ser amigo da pessoa que lhe deu o nome, ter estado presente no momento em que isso aconteceu...dentro de água, naquele sitio, rodeado dos amigos. Isto sim, é o bodyboard! Chamem-se as coisas pelos nomes :o)
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Minhas senhores e meus senhores…apresento-vos o responsável pelo nome de onda onda que vai dar muito, mas muito que falar nos quatro cantos do mundo:
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À sombra é que se está bem Photo: Patricia

A esbanjar estilo

Dropknee Master

Peço desculpa pela qualidade da segunda e terceira fotos, mas não estava lá o mestre Chagas nesse dia :p

sexta-feira, 16 de maio de 2008

Vamos lá a animar aqui a tasca!

PEDIMOS DESCULPA MAS A FOTO CENSURADA!!.
Novidades brevemente! :P

Alguém consegue identificar?
(PS - O Xuxa ofereceu-me uma grade de minis para meter isto na net.)

segunda-feira, 28 de abril de 2008

Olha as fotos fresquinhas...

Ora bem! Já que ninguém se pronuncia eu chego-me á frente sem grandes problemas e deixo as fotos de dia 25 de Abril. Foi um dia cinco estrelas com novos amigos e em que conheci novos sitios onde a malta vai mandar as Surfadas. As condições para fotografar não eram as melhores mas tentei fazer alguma coisa de jeito.

Ficam as fotos e esperam-se os comentários...
Todas as fotos AQUI!!.

Um abraço a todos,
Chagas.

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Por falar em viagens...

Enquanto nós vamos falando sobre elas, outros mergulham de cabeça em aventuras como esta... recentemente o Leitão, um grande amigo nosso, actualmente a viver em Biarritz, foi ver como eram os atóis do sul das Maldivas.. numa Boat Trip! Nem era preciso eu ter perguntado se ele gostou, as fotos falam por si...






Há por aí alguém que tenha uma ideia de paraíso muito diferente desta? Eu não...

Obrigado pelas fotos e um grande abraço Leitão, temos saudades tuas! Quando é que vens visitar a malta?

sexta-feira, 18 de abril de 2008

"La vida es un viaje"

“Si la vida es un viaje, quien viaja va a vivir dos veces”. Vi esta frase numa foto de uma surftrip que um grupo de bodyboarders portugueses fez ao México à uns tempos. Nela (na foto) apareciam, sentados num alpendre de uma casa, um bodyboarder tuga, um velho mexicano e a tal frase escrita na parede por detrás deles.

Adoro viajar, se pudesse escolher um modo de ocupar os meus dias era assim, a viajar. Mas não tendo essa oportunidade, vou viajando de outras formas…a ler um livro de viagens, a ver um documentário, nos braços da minha cara-metade, a falar com outras pessoas sobre as suas viagens ou, sempre que posso, a viajar na verdadeira acepção da palavra. Gosto de viajar despido…de preconceitos, de estereótipos, de racismos e de ideias pré-concebidas, para assim conseguir absorver tudo aquilo que cada sítio tem para oferecer, porque para além das belezas naturais e da história de cada local, fascinam-me as pessoas e as suas histórias. É lindo sentir como a geografia influência o modo de viver, de ver o mundo e de falar de cada um de nós, de como o pescador, que tem a casa em frente à praia e o mar como horizonte, é diferente do pastor que vive encravado nos vales de uma serra do interior.

Aqui à uns tempos, chegámos à praia pela manhã e apesar do vento off-shore, o mar apresentava-se pequeno, com as séries inconstantes. Talvez fosse do swell de norte que fazia com que as ondas se desviassem do ponto geográfico onde se situa a nossa casa. “E agora? Que fazemos? Esperamos que a maré encha?” Naquele tradicional mar de dúvidas alguém solta um “Epá, vamos para norte, para a zona de…?” Uns não podiam, outros diziam que era muito longe. Indiferentes a isso, o Xuxa e o Max partiram à descoberta de um local que conheciam mal.

Passado cerca de um mês, as previsões apontavam novamente para um fim-de-semana de ondas pequenas e vento off-shore. Impulsionados pela qualidade das ondas que o Max e o Xuxa lá tinham apanhado, planeámos mais uma investida àquela zona. Beneficiando de contactos que temos por lá, fomos sabendo que havia ondas, mesmo que pequenas, coisa que pela nossa terra era mentira. Chegado o dia, rumámos a norte…quando lá chegámos depressa nos apercebemos que não estava tão bom como daquela vez que os dois lá tinham estado, mas uma esquerda comprida fez rapidamente a nossa cabeça. Estávamos já em pulgas para entrarmos na água quando, por obra do acaso, aparece o Estrada (um grande amigo que temos naquelas bandas), que eu pensava estar ainda a recuperar de uma fractura ao perónio. Tinha ido ver-o-mar porque já podia surfar…óptimo! Uma boa onda com mais um amigo, que se pode querer de melhor?
A surfada, longe de ter sido clássica, foi óptima, por estarmos num sitio diferente e por podermos ter partilhado isso com mais um amigo nosso (só faltava lá o resto do pessoal).
Às vezes comparo os viajantes aos animais… Imaginem uma cerca com o portão aberto: há aqueles tão habituados à comodidade da cerca que nem sequer ousam aproximar-se da saída, enquanto outros (em menor número com certeza) vêm nessa uma oportunidade para fugir, para partir rumo ao desconhecido, para viajar…

Aqui ficam algumas fotos da primeira investida àquela zona...



E da segunda…

P.S. Um grande abraço e um obrigado do tamanho do mundo ao Miguel Estrada e ao Hugo “girino” Caiano pelas preciosas informações, pela disponibilidade e pela forma como nos receberam. São Grandes! Agora é a vossa vez de cá vir abaixo :o)

terça-feira, 8 de abril de 2008

Aparição!

Meus amigos... esqueçam tudo! Esqueçam os ovnis, as bruxas (mesmo as que andam numa vassoura com motor), os talibãs do Roque, a Nossa Senhora a aparecer aos pastorinhos... esqueçam isso tudo e vão à página 92 da nossa Bíblia (a Vert, claro está!). É mesmo verdade, o ruizão apareceu na Vert! Já não é a primeira vez que aparece uma foto de pessoal aqui do cantinho (o Rafa e o peixinho foram os primeiros), mas esta mete todas as outras de lado...Bunker, ao rubro! Parabéns ao Rui pela onda brutal e ao Ventuinha pela bela foto. A humildade tem sempre os seus frutos! Como nunca é de mais relembrar aqui fica ela mais uma vez... enjoy :o).


quinta-feira, 3 de abril de 2008

Voltou...

Passaram algumas semanas desde a última vez que o vento leste tinha abençoado a costa portuguesa... as nossas surfadas passaram a ser mais ocasionais, as memórias das ondas que apanhámos no último inverno eram uma constante. Mas assim do nada, quase sem avisar, cá está ele de novo. Parece que ando mais contente mesmo só podendo surfar ao fim-da-tarde. Já tinha saudades daquela angústia de estar no trabalho, sentir o vento leste e imaginar como estaria o mar... como não gostamos de perder pitada do que se vai desenrolando, o "ondas salgadas" esteve hoje a observar mais uma das rainhas portuguesas. O nosso amigo cartaxo é o que a conhece mais "por dentro"... :o) Abraços e viva a lestada.



Peço desculpa por estarem tão longe mas a máquina não dá p'ra mais.

sexta-feira, 14 de março de 2008

Cultura Salgada

Olhava o mar enquanto o carro ia zizezagueando na estrada que acompanha a costa recortada, a tentar perceber como estavam as ondas. Sobe, desce, curva...até que chego ao ponto de “avaliação” habitual. Assim que saí do carro, a paz e tranquilidade que aquele local transmite foi imediatamente quebrada por gritos. Não percebia bem de onde vinham mas, movido por um misto de curiosidade e preocupação, aproximei-me do local de onde se avistava toda a costa. Quando finalmente me apercebi quais eram as causas daqueles gritos parei...a minha vontade de apanhar umas ondas naquele fim de tarde esfumou-se, ajudada pela constação das más condições do mar. Os gritos vinham afinal de algumas das 8 pessoas que se encontravam a surfar...e não eram gritos de felicidade. A cada onda apanhada gritava-se “OI” a plenos pulmões, enquanto segundos depois se ouviam os gritos dos outros elementos na água a pragejar! O que mais me espantou, além do facto de se ouvirem os gritos a cerca de 200 metros (a distância à qual eu me encontrava), foi que todos aqueles que partilhavam as ondas eram conhecidos e amigos uns dos outros.

Pensei...”uma surfada entre amigos? Para quê tanto stress?” Lembrei-me então das surfadas que já tinha dado naquele sítio com os meus amigos. Foram verões, fins-de-semana, vento norte, sul, este, oeste, a pé, de bicicleta, à boleia, de tractor... dias inteiros, seguidos, passados naquela praia - só nós, os pescadores, as gaivotas. Nessa altura os gritos eram de felicidade... só anos depois vieram os que consideram aquele local como “seu”, aqueles que se acham no topo da hierarquia do respeito aqui da zona, aqueles a quem as palavras educação, respeito e cultura pouco dizem.

Ontem fui surfar aos super...entre 10 e vinte pessoas na água, sendo que metade delas eram bifes, ou seja, a maioria não se conhecia de lado algum. Nas duas horas de bodyboard que fiz ouvi um “HEY”, mas nada agressivo, só de aviso que ali ia alguém naquela onda. Cada um que ali estava sabia o seu lugar na hierarquia daquele sitio. Comecei a fazer comparações com o que tinha visto à dois dias atrás. Num lado, ondas más, pouca gente, muita estupidez. No outro (por sinal um dos sitios mais frequentados do país), altas ondas, pessoas respeitadoras, alegria no ar. Os verdadeiros corredores de ondas (surfistas, bodyboarders, kneeboarders, etc.), aqueles que fazem verdadeiramente parte da “cultura do mar”, sabem respeitar-se uns aos outros, respeitar a hirarquia de cada local, vibrar com o tubo de um desconhecido. Os outros, coitados, vão continuar a ser uns infelizes e frustrados, porque afinal o mar não lhes transmitiu valores nenhuns...só aguçou o que de mau cada um deles tem.

“Ser culto é ser de um sitio”, disse um dia José Cutileiro (embaixador português e que desempenhou alguns cargos na ONU). Nesse sentido, cada vez vejo menos pessoas cultas, pessoas que vivem num sitio mas não são de lado nenhum, que não se identificam com o local onde vivem, que têm vergonha de dizer o nome da terra onde nasceram. Eu tenho a sorte de ter muitos amigos que sao “de um sitio”..este onde nós vivemos!
Asim sendo, obrigado aos meus companheiros das ondas por serem das pessoas mais cultas que já conheci, por serem verdadeiros corredores de ondas...


Amizade...

Partilha...

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terça-feira, 4 de março de 2008

Hoje...

Hoje, algures na costa portuguesa, estava assim...


sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Descobertas...

Tinham passado alguns minutos desde a hora combinada e iamos chegando aos poucos ao local marcado para o encontro. Vento identificado, mar observado, condições avaliadas...afinal não estava tão grande como as previsões ditavam. Talvez o vento muito forte e o swell de noroeste fossem os culpados. Não iam estar aquelas ondas que tinhamos apanhado durante a semana anterior, mas o que é facto é que ondas era coisa que pouco se via. Começavam a sentir-se os primeiros sinais de tristeza, de desilusão e de angústia, até que alguém lança um típico “mas até dá umas, e quando encher pode ser que melhore.” Decisão tomada: iamos entrar.

« Rewind

Para mim existem dois tipos de pessoas...aquelas que procuram, que lutam, que investem, que caem, que levantam, que choram, que conseguem, e as outras que simplesmente se limitam a andar a reboque das descobertas dos outros. Sempre admirei aqueles que vivem com a palavra descoberta no horizonte. É preciso sempre alguém para abrir caminho para algo...tudo o resto vem depois. Teve de haver um primeiro alpinista a querer chegar ao cume do Evereste, teve que existir alguém que morresse a tentar voar para que os seus seguidores conseguissem chegar ao primeiro engenho voador. Mas para que a ideia de desafio se apresente na cabeça do homem tem, antes de mais, de haver a constatação fisica do objecto ou elemento a desafiar...se não existisse o Evereste nunca ninguém tinha tido a intenção de escalá-lo. Pode parecer uma observação estupida, mas é pertinente.
Nos desportos de ondas, em geral, e no bodyboard, em particular, acontece exactamente o mesmo... há aqueles que trocam horas de sono, dinheiro em combustível ou carinhos de uma mulher bonita pelo prazer da (re)descoberta, e os que se limitam a ficar à espera que as descobertas dos outros se tornem conhecidas para sairem da mesa do café. Como disse Fernando Pessoa “sou do tamanho daquilo que vejo, não do tamanho da minha altura”. Eu tenho o prazer de pertencer a um grupo que de amigos que são enormes naquilo que vêm, porque todas as ondas que agora são moda aqui pela terrinha, ja eram desbravadas por eles há vários anos, só depois veio o crowd, a arrogância....

» Fast-forward

Naquela dança do despe-roupa, veste-fato, alguém disse: “epá...olha ali?”. De longe era dificil avaliar bem a onda, mas um “eu vou” de um lado e um “bora lá” do outro ditaram o local da surfada. Era um sitio improvavel...ondas boas? Ali? Depois disso já só me lembro de, depois de apanhar a primeira e quando regressava ao outside, ver o max e o cartaxo dentro de dois tubos azul-turquesa! As ondas, essas, estão sempre lá...mas como este é um desporto em expansão, também a nossa forma de as ver se vai alterando. Sorte as daqueles que têm “visão” para isso. E como tudo o que é descoberto tem de ter um nome...minhas senhores e meus senhores apresento-vos... MAXIMUS (adivinhem porque se chama assim?) :o)

Peço desculpa pela qualidade das fotos não ser nem parecida com as do mestre Chagas, mas fica a intenção...neste dia elas rolavam com metro/metro e meio.

P.S. : Para os que ficam sentados á espera que as ondas venham..podem subir falésias, descer arribas, andar pela praia, vasculhar lages..que não vão descobrir onde é!