segunda-feira, 28 de abril de 2008

Olha as fotos fresquinhas...

Ora bem! Já que ninguém se pronuncia eu chego-me á frente sem grandes problemas e deixo as fotos de dia 25 de Abril. Foi um dia cinco estrelas com novos amigos e em que conheci novos sitios onde a malta vai mandar as Surfadas. As condições para fotografar não eram as melhores mas tentei fazer alguma coisa de jeito.

Ficam as fotos e esperam-se os comentários...
Todas as fotos AQUI!!.

Um abraço a todos,
Chagas.

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Por falar em viagens...

Enquanto nós vamos falando sobre elas, outros mergulham de cabeça em aventuras como esta... recentemente o Leitão, um grande amigo nosso, actualmente a viver em Biarritz, foi ver como eram os atóis do sul das Maldivas.. numa Boat Trip! Nem era preciso eu ter perguntado se ele gostou, as fotos falam por si...






Há por aí alguém que tenha uma ideia de paraíso muito diferente desta? Eu não...

Obrigado pelas fotos e um grande abraço Leitão, temos saudades tuas! Quando é que vens visitar a malta?

sexta-feira, 18 de abril de 2008

"La vida es un viaje"

“Si la vida es un viaje, quien viaja va a vivir dos veces”. Vi esta frase numa foto de uma surftrip que um grupo de bodyboarders portugueses fez ao México à uns tempos. Nela (na foto) apareciam, sentados num alpendre de uma casa, um bodyboarder tuga, um velho mexicano e a tal frase escrita na parede por detrás deles.

Adoro viajar, se pudesse escolher um modo de ocupar os meus dias era assim, a viajar. Mas não tendo essa oportunidade, vou viajando de outras formas…a ler um livro de viagens, a ver um documentário, nos braços da minha cara-metade, a falar com outras pessoas sobre as suas viagens ou, sempre que posso, a viajar na verdadeira acepção da palavra. Gosto de viajar despido…de preconceitos, de estereótipos, de racismos e de ideias pré-concebidas, para assim conseguir absorver tudo aquilo que cada sítio tem para oferecer, porque para além das belezas naturais e da história de cada local, fascinam-me as pessoas e as suas histórias. É lindo sentir como a geografia influência o modo de viver, de ver o mundo e de falar de cada um de nós, de como o pescador, que tem a casa em frente à praia e o mar como horizonte, é diferente do pastor que vive encravado nos vales de uma serra do interior.

Aqui à uns tempos, chegámos à praia pela manhã e apesar do vento off-shore, o mar apresentava-se pequeno, com as séries inconstantes. Talvez fosse do swell de norte que fazia com que as ondas se desviassem do ponto geográfico onde se situa a nossa casa. “E agora? Que fazemos? Esperamos que a maré encha?” Naquele tradicional mar de dúvidas alguém solta um “Epá, vamos para norte, para a zona de…?” Uns não podiam, outros diziam que era muito longe. Indiferentes a isso, o Xuxa e o Max partiram à descoberta de um local que conheciam mal.

Passado cerca de um mês, as previsões apontavam novamente para um fim-de-semana de ondas pequenas e vento off-shore. Impulsionados pela qualidade das ondas que o Max e o Xuxa lá tinham apanhado, planeámos mais uma investida àquela zona. Beneficiando de contactos que temos por lá, fomos sabendo que havia ondas, mesmo que pequenas, coisa que pela nossa terra era mentira. Chegado o dia, rumámos a norte…quando lá chegámos depressa nos apercebemos que não estava tão bom como daquela vez que os dois lá tinham estado, mas uma esquerda comprida fez rapidamente a nossa cabeça. Estávamos já em pulgas para entrarmos na água quando, por obra do acaso, aparece o Estrada (um grande amigo que temos naquelas bandas), que eu pensava estar ainda a recuperar de uma fractura ao perónio. Tinha ido ver-o-mar porque já podia surfar…óptimo! Uma boa onda com mais um amigo, que se pode querer de melhor?
A surfada, longe de ter sido clássica, foi óptima, por estarmos num sitio diferente e por podermos ter partilhado isso com mais um amigo nosso (só faltava lá o resto do pessoal).
Às vezes comparo os viajantes aos animais… Imaginem uma cerca com o portão aberto: há aqueles tão habituados à comodidade da cerca que nem sequer ousam aproximar-se da saída, enquanto outros (em menor número com certeza) vêm nessa uma oportunidade para fugir, para partir rumo ao desconhecido, para viajar…

Aqui ficam algumas fotos da primeira investida àquela zona...



E da segunda…

P.S. Um grande abraço e um obrigado do tamanho do mundo ao Miguel Estrada e ao Hugo “girino” Caiano pelas preciosas informações, pela disponibilidade e pela forma como nos receberam. São Grandes! Agora é a vossa vez de cá vir abaixo :o)

terça-feira, 8 de abril de 2008

Aparição!

Meus amigos... esqueçam tudo! Esqueçam os ovnis, as bruxas (mesmo as que andam numa vassoura com motor), os talibãs do Roque, a Nossa Senhora a aparecer aos pastorinhos... esqueçam isso tudo e vão à página 92 da nossa Bíblia (a Vert, claro está!). É mesmo verdade, o ruizão apareceu na Vert! Já não é a primeira vez que aparece uma foto de pessoal aqui do cantinho (o Rafa e o peixinho foram os primeiros), mas esta mete todas as outras de lado...Bunker, ao rubro! Parabéns ao Rui pela onda brutal e ao Ventuinha pela bela foto. A humildade tem sempre os seus frutos! Como nunca é de mais relembrar aqui fica ela mais uma vez... enjoy :o).


quinta-feira, 3 de abril de 2008

Voltou...

Passaram algumas semanas desde a última vez que o vento leste tinha abençoado a costa portuguesa... as nossas surfadas passaram a ser mais ocasionais, as memórias das ondas que apanhámos no último inverno eram uma constante. Mas assim do nada, quase sem avisar, cá está ele de novo. Parece que ando mais contente mesmo só podendo surfar ao fim-da-tarde. Já tinha saudades daquela angústia de estar no trabalho, sentir o vento leste e imaginar como estaria o mar... como não gostamos de perder pitada do que se vai desenrolando, o "ondas salgadas" esteve hoje a observar mais uma das rainhas portuguesas. O nosso amigo cartaxo é o que a conhece mais "por dentro"... :o) Abraços e viva a lestada.



Peço desculpa por estarem tão longe mas a máquina não dá p'ra mais.

sexta-feira, 14 de março de 2008

Cultura Salgada

Olhava o mar enquanto o carro ia zizezagueando na estrada que acompanha a costa recortada, a tentar perceber como estavam as ondas. Sobe, desce, curva...até que chego ao ponto de “avaliação” habitual. Assim que saí do carro, a paz e tranquilidade que aquele local transmite foi imediatamente quebrada por gritos. Não percebia bem de onde vinham mas, movido por um misto de curiosidade e preocupação, aproximei-me do local de onde se avistava toda a costa. Quando finalmente me apercebi quais eram as causas daqueles gritos parei...a minha vontade de apanhar umas ondas naquele fim de tarde esfumou-se, ajudada pela constação das más condições do mar. Os gritos vinham afinal de algumas das 8 pessoas que se encontravam a surfar...e não eram gritos de felicidade. A cada onda apanhada gritava-se “OI” a plenos pulmões, enquanto segundos depois se ouviam os gritos dos outros elementos na água a pragejar! O que mais me espantou, além do facto de se ouvirem os gritos a cerca de 200 metros (a distância à qual eu me encontrava), foi que todos aqueles que partilhavam as ondas eram conhecidos e amigos uns dos outros.

Pensei...”uma surfada entre amigos? Para quê tanto stress?” Lembrei-me então das surfadas que já tinha dado naquele sítio com os meus amigos. Foram verões, fins-de-semana, vento norte, sul, este, oeste, a pé, de bicicleta, à boleia, de tractor... dias inteiros, seguidos, passados naquela praia - só nós, os pescadores, as gaivotas. Nessa altura os gritos eram de felicidade... só anos depois vieram os que consideram aquele local como “seu”, aqueles que se acham no topo da hierarquia do respeito aqui da zona, aqueles a quem as palavras educação, respeito e cultura pouco dizem.

Ontem fui surfar aos super...entre 10 e vinte pessoas na água, sendo que metade delas eram bifes, ou seja, a maioria não se conhecia de lado algum. Nas duas horas de bodyboard que fiz ouvi um “HEY”, mas nada agressivo, só de aviso que ali ia alguém naquela onda. Cada um que ali estava sabia o seu lugar na hierarquia daquele sitio. Comecei a fazer comparações com o que tinha visto à dois dias atrás. Num lado, ondas más, pouca gente, muita estupidez. No outro (por sinal um dos sitios mais frequentados do país), altas ondas, pessoas respeitadoras, alegria no ar. Os verdadeiros corredores de ondas (surfistas, bodyboarders, kneeboarders, etc.), aqueles que fazem verdadeiramente parte da “cultura do mar”, sabem respeitar-se uns aos outros, respeitar a hirarquia de cada local, vibrar com o tubo de um desconhecido. Os outros, coitados, vão continuar a ser uns infelizes e frustrados, porque afinal o mar não lhes transmitiu valores nenhuns...só aguçou o que de mau cada um deles tem.

“Ser culto é ser de um sitio”, disse um dia José Cutileiro (embaixador português e que desempenhou alguns cargos na ONU). Nesse sentido, cada vez vejo menos pessoas cultas, pessoas que vivem num sitio mas não são de lado nenhum, que não se identificam com o local onde vivem, que têm vergonha de dizer o nome da terra onde nasceram. Eu tenho a sorte de ter muitos amigos que sao “de um sitio”..este onde nós vivemos!
Asim sendo, obrigado aos meus companheiros das ondas por serem das pessoas mais cultas que já conheci, por serem verdadeiros corredores de ondas...


Amizade...

Partilha...

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terça-feira, 4 de março de 2008

Hoje...

Hoje, algures na costa portuguesa, estava assim...


sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Descobertas...

Tinham passado alguns minutos desde a hora combinada e iamos chegando aos poucos ao local marcado para o encontro. Vento identificado, mar observado, condições avaliadas...afinal não estava tão grande como as previsões ditavam. Talvez o vento muito forte e o swell de noroeste fossem os culpados. Não iam estar aquelas ondas que tinhamos apanhado durante a semana anterior, mas o que é facto é que ondas era coisa que pouco se via. Começavam a sentir-se os primeiros sinais de tristeza, de desilusão e de angústia, até que alguém lança um típico “mas até dá umas, e quando encher pode ser que melhore.” Decisão tomada: iamos entrar.

« Rewind

Para mim existem dois tipos de pessoas...aquelas que procuram, que lutam, que investem, que caem, que levantam, que choram, que conseguem, e as outras que simplesmente se limitam a andar a reboque das descobertas dos outros. Sempre admirei aqueles que vivem com a palavra descoberta no horizonte. É preciso sempre alguém para abrir caminho para algo...tudo o resto vem depois. Teve de haver um primeiro alpinista a querer chegar ao cume do Evereste, teve que existir alguém que morresse a tentar voar para que os seus seguidores conseguissem chegar ao primeiro engenho voador. Mas para que a ideia de desafio se apresente na cabeça do homem tem, antes de mais, de haver a constatação fisica do objecto ou elemento a desafiar...se não existisse o Evereste nunca ninguém tinha tido a intenção de escalá-lo. Pode parecer uma observação estupida, mas é pertinente.
Nos desportos de ondas, em geral, e no bodyboard, em particular, acontece exactamente o mesmo... há aqueles que trocam horas de sono, dinheiro em combustível ou carinhos de uma mulher bonita pelo prazer da (re)descoberta, e os que se limitam a ficar à espera que as descobertas dos outros se tornem conhecidas para sairem da mesa do café. Como disse Fernando Pessoa “sou do tamanho daquilo que vejo, não do tamanho da minha altura”. Eu tenho o prazer de pertencer a um grupo que de amigos que são enormes naquilo que vêm, porque todas as ondas que agora são moda aqui pela terrinha, ja eram desbravadas por eles há vários anos, só depois veio o crowd, a arrogância....

» Fast-forward

Naquela dança do despe-roupa, veste-fato, alguém disse: “epá...olha ali?”. De longe era dificil avaliar bem a onda, mas um “eu vou” de um lado e um “bora lá” do outro ditaram o local da surfada. Era um sitio improvavel...ondas boas? Ali? Depois disso já só me lembro de, depois de apanhar a primeira e quando regressava ao outside, ver o max e o cartaxo dentro de dois tubos azul-turquesa! As ondas, essas, estão sempre lá...mas como este é um desporto em expansão, também a nossa forma de as ver se vai alterando. Sorte as daqueles que têm “visão” para isso. E como tudo o que é descoberto tem de ter um nome...minhas senhores e meus senhores apresento-vos... MAXIMUS (adivinhem porque se chama assim?) :o)

Peço desculpa pela qualidade das fotos não ser nem parecida com as do mestre Chagas, mas fica a intenção...neste dia elas rolavam com metro/metro e meio.

P.S. : Para os que ficam sentados á espera que as ondas venham..podem subir falésias, descer arribas, andar pela praia, vasculhar lages..que não vão descobrir onde é!

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

2008.02.23 - As fotos!

Boas pessoal!
Peço desculpa só agora meter aqui as fotos mas ando adoentado e sem cabeça para editar fotos. Ficam as fotos na totalidade e sem qualquer edição. Quando melhorar prometo que deixo algumas delas editadas que elas bem merecem.

»» AS FOTOS - AQUI ««

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Guerreiros

Normalmente, neste pequeno país de mentalidades acanhadas chamado Portugal, existe aquela tendência (que até hoje ainda não consegui descortinar de onde vem) de que tudo o que temos ou que fazemos é de má qualidade e tem sempre defeitos, que “lá fora é que é bom”. Esse tipo de comentários até nem me espanta muito, se tivermos em conta que somos o país com mais centros comerciais da Europa p/habitante e, na medida inversa, com um dos níveis de cultura mais baixo do 27. Este é um país que possui campeões internacionais em muitas modalidades, mas onde o que é noticiado são as lesões dos jogadores ou os treinos dos clubes grandes. Esses, que ganham milhares de euros, gostava eu de os ver a fazerem o esforço que cada atleta de uma modalidade “amadora” faz para conseguir atingir um titulo internacional. Olhem para os nossos atletas paraolímpicos, olhem para a improbabilidade de termos um português nos jogos Olímpicos de Inverno, olhem para o bodyboard... Este ano o título de campeão europeu veio outra vez (começa a tornar-se crónico, nos últimos cinco anos o circuito europeu viu os portugueses sagrarem-se campeões por 4 vezes) para Portugal, pela mão do nosso “vizinho” Silvano Lourenço. Quem é que viu uma notícia sobre esse feito num meio de informação generalista? O que me deixa ainda mais atónito é que, mesmo nos meios mais especializados, como é o caso da Vert, sejam raras as fotos deste atleta sem ser em palcos de competição. Como eles próprios ja afirmaram na revista “o Silvano possui uma linha de onda um bocado dura, não muito do nosso agrado”. É triste! Mas a raça deste guerreiro não se deixa abater por comentários nem falta de notoriedade. Nós, que o conhecemos de alguns campeonatos locais e surfadas ocasionais, sabemos bem o valor que este tem enquanto pessoa e atleta. E este título foi mais que merecido nesse sentido. O Silvano é daquelas pessoas que construiu sozinho tudo o que tem, chegou onde chegou a cair e levantar-se sozinho e isso, meus amigos, só conseguem as pessoas que têm a fibra que este homem tem. Em nome de todo o pessoal aqui do blog, queria deixar os PARABÉNS pelo titulo europeu consquistado. Que venham mais...
Aqui ficam uma fotos do arquivo pessoal de alguns dos membros do blog (excepto a ultima).


Num campeonato cá na terrinha. Photo: Xuxa

Uma amostra da linha "dura" . Photo: Xuxa

Campeonato Nacional: Supertubos. Photo: Zé

Invert abusado, Molhe Leste

P.S: Agradecimentos ao Sr. Nuno Rigol pela sugestão de fazer um post sobre este tema.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

A ORIGEM DO BODYBOARD



Meus amigos, depois de alguma pesquisa achei que seria pertinente colocar no blogue a origem do desporto que nos leva a momentos de tão pura Diversão/Tensão/Limites/Natureza. Sendo assim aqui vai:



Dizem que foi em 1973 que o surfista americano Tom Morey estava no mar com a sua prancha de surf quando de repente, surge uma onda enorme.Ele remou e quando começou a dropar a onda, que parecia ser perfeita, esta fechou e partiu a sua prancha de surf ao meio. Morey não perdeu tempo e com apenas uma das partes, remou para outra onda deslizando deitado até a areia. Ao perceber que com aquela prancha mutilada também conseguia cortar as ondas e realizar algumas manobras, resolveu continuar a praticar o surf deitado e, na oficina que possuía na garagem de sua casa, Tom fabricou algumas pranchas de fibra bem menores.

Está certo que a fibra não era muito confortável, mas a sensação era maravilhosa. Com o passar do tempo, o surfista criou um modelo de borracha que deu certo. Logo, alguns americanos começaram a utilizar estas prancha que inicialmente foram chamadas de MOREY BOOGIE, devido ao seu inventor que tratou de patentear a marca. No Brasil, O Morey Boogie chegou por volta de 1979, com Marcos Cal Kung e João Manoel, que aos poucos foram introduzindo o novo desporto nas praias cariocas. Surgiram outras marcas de pranchas concorrentes ao Morey Boogie. O formato continuava o mesmo, mas estas passaram a ser desenvolvidas com outro tipo de material que se adaptava melhor às ondas e facilitava a alternância de manobras. O desporto passou a ser chamado de Bodyboarding e o primeiro campeonato aconteceu na praia niteroiense de Piratininga. A iniciativa foi de João Manoel, que depois fundou a ABBN (Associação Niteroiense de Bodyboard). Acompanhando a ideia Kung criou a AMBERJ (Associação de Morey Boogie do Rio de Janeiro). Outras Associações foram surgindo pelo país a fora, até que organizaram o primeiro campeonato brasileiro em 1988, que teve como campeão na principal categoria ( profissional ) o niteroiense, Paulo Esteves. Guilherme Tâmega, 1 ano mais novo do que Paulo, sagrou-se campeão na categoria amador. Nesta época já decorria o campeonato internacional de Pipeline (Hawaii). Uma única etapa realizada sempre em Janeiro e contava com a participação de atletas de todo o mundo. A competição ganhou estatuto de campeonato mundial e em 1994 teve o brasileiro Guilherme Tâmega no topo do podium, o primeiro brasileiro campeão do mundo em desportos desta categoria. No ano de 1996 foi constatado por uma revista de surf americana, que foram vendidas 1 milhão e 200 mil pranchas de bodyboard para 150 mil pranchas de surf. Isso significa que em pouco tempo o Bodyboarding estará a superar o surf não só em vendas e número de praticantes, mas também como desporto.



Eis a lista dos campeões mundiais dos últimos anos:
1982 Daniel Kaimi (Hawaii) 1983 Mike Stewart (Hawaii) 1984 Mike Stewart (Hawaii) 1985 No se celebró el campeonato del mundo 1986 Ben Severson (Hawaii) 1987 Mike Stewart (Hawaii) 1988 Mike Stewart (Hawaii) 1989 Mike Stewart (Hawaii) 1990 Mike Stewart (Hawaii) / Stephanie Pettersen (Brasil) 1991 Mike Stewart (Hawaii) / Glenda Kozlowski (Brasil) 1992 Mike Stewart (Hawaii) / Mariana Nogueira (Brasil) 1993 Michael Epplestun "Eppo" (Australia) / Stephanie Pettersen (Brasil) 1994 Guilherme Tamega (Brasil) / Stephanie Pettersen (Brasil) 1995 Guilherme Tamega (Brasil) / Claudia Ferrari (Brasil) 1996 Guilherme Tamega (Brasil) / Daniela Freitas (Brasil) 1997 Guilherme Tamega (Brasil) / Daniela Freitas (Brasil) 1998 Andre Botha (Sudáfrica) / Mariana Nogueira (Brasil) 1999 Andre Botha (Sudáfrica) / Karla Costa (Brasil) 2000 Paulo Barcellos (Brasil) / Soraia Rocha (Brasil)
2000 Guilherme Tamega (Brasil) / Soraia Rocha (Brasil).

Após tudo isto, apenas tenho uma coisa a dizer: OBRIGADO TOM MOREY!

Abraço a todos.

Fonte: http://www.geocities.com/hncg/historia/novoindex.htm

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

As Primeiras fotos!

Ora então FINALMENTE cá estão elas!
Foi a primeira vez que me dediquei ás fotos de Bodyboard.

Os resultados podiam ser melhores mas a falta de experiência aliada ao céu nublado não deu para mais! Nada que o Photoshop não dê uma ajudinha. Tentei dar um pouco mais de brilho ás cores do mar.

Nas próximas vezes vão melhorar de certeza!

Um abraço,
CHAGAS.

Aqui fica o link para a minha selecção de fotos deste dia!
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terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

AÇORES??? Let´s Go!!!!!





Manos está na hora de desbravar mares, que nunca foram surfados por alguns de nós. (Sem contar com o Max e o Avô Cantigas. Pois no tempo em que o Cristovão Colombo não sabia o que era uma canoa, já estes marmelos lá tinham ido.... "Velhadas").
Voltando ao assunto e de acordo com algumas conversas entre o pessoal, propõe-se uma ida com um pressuposto regresso (hihihhihi), aos Açores.
A data em causa, será provavelmente no mês de Novembro (a confirmar).
Portanto, meus amigos não sejam cortes, comecem a gastar menos na cerveja e a guardar alguns trocos.
Eu estou no ir. E vocês?
Fica aqui algumas imagens para dar pica ao pessoal. São Miguel - Açores
P.s. Vou tentar arranjar alojamento à borla.

sábado, 16 de fevereiro de 2008

O primeiro post do Fotografo!

Proposta feita.
Proposta aceite!

E cá estou eu! :D
A partir de hoje sempre que disponível lá vou eu com a malta tirar umas belas dumas fotos! :D

Confesso que não tenho muito jeitinho para a escrita por isso prefiro mesmo meter algumas fotos por aqui!

Aqui fica a primeira de todas as minhas fotos neste blog! Super Ventuinha num grande aéreo (corrijam-me se o nome estiver errado! mas não se esqueçam que eu sou fotografo não sou rider! :P).



Espero que gostem. Mais fotos para muito breve!

Um abração,
CHAGAS.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Profile: Batata (old school)

(Vejam bem o ARS que o homem manda aos 2:10 min de filme!)

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

Só para calar certos e determinados MARICAS!

Peço antes de mais desculpa a todos os nossos ouvintes LOL, mas essa personagem que se dá pelo nome de Xuxa e que por sinal é bem rabeta já me anda a mexer com o sistema nervoso, e só para que não restem dúvidas do que todos nós gostamos (exceptuando esse PANASCA!) fica uma foto (que por sinal dá para ampliar!) de maneira a que ele não volte a consultar este blog.
Xuxa, este... Ñ é para ti!


Abraços ;)

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Convite aceite



Foi como muito agrado que quando abri o meu mail e vi um convite do mano Zé para fazer parte do seu blog. É com grande safistação que aceito o convite, desde ja o obrigado!!!

Tenho de admitir que este grupo " é do catano" sempre pronto para a festa, seja dentro de água seja fora dela, fora dela desde que haja cerveja ninguem nos para, dentro de água e sempre a partir a loiça e ultrapassar os limites de cada um... no melhor grupo que o nosso!!!

Abração para o pessoal
















spot: ? Rider: Henrique foto: Ricardo


spot: ? Rider: ? foto: Henrique

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

Emoções...

Às vezes penso naquelas comidas que adoro e na forma como as saboreio lentamente, cada vez que me são apresentadas à mesa, como que a querer perpétuar o seu sabor. Apetece-me fechar os olhos para tentar compreender a interligação entre os sentidos naquele momento de puro prazer, tal como acontece com um bom apreciador de vinhos no momento de uma prova. Mas só depois, passadas umas horas de uma refeição que adoro, lhe consigo atribuir o verdadeiro valor e significado. Com as minhas emoções acontece exactamente o mesmo...só depois de um turbilhão de sentimentos, de um pico de adrenalina, de uma surfada memoravel, consigo “digerir” tudo aquilo que se passou e, neste caso, o tempo da digestão torna-se proporcional à intensidade das emoções vividas. O fim-de-semana que passou é um bom exemplo. Demasiadas emoções, um grupo de Amigos juntos na água, tubos exageradamente largos, bafos surreais, quantidades de cerveja incalculaveis, bezanas descomunais... só hoje, mais refeito, consegui escrever com clareza alguma coisa sobre aquilo que se passou. Vi os meus amigos a quebrarem barreiras, a desenharem linhas perfeitas, a sairem de tubos impossiveis, a tentar descobrir o caminho para casa depois de uma noite de loucura. Dentro da caixa das recordações ficam os gritos a cada massa de água que desabava, as felicitações a cada onda bem surfada, os abraços por cada barreira quebrada. Não sei onde isto vai parar mas, aos poucos, está a redefinir os nosso parâmetros de risco e de exigência. Um abraço a todos os que tornaram estes últimos três dias tão especiais...Xuxa, Max, Abreu, Délio “sem medo”, Rui, Steve, Dropino, Ventuinha, Henrique e João Miguel. Um abraço e venham mais fins-de-semana destes. Aqui fica um resumo fotográfico dos melhores momentos.


Um hino...


Spot: ? Rider: Rui Foto: Ventuinha



Uma noite memorável...


Spot: casa do Max Rider: nós Foto: a máquina (a única que não tava bêbeda)




Um Homem dormente a partir a loiça...



Spot: ? Rider: Steve Foto: Ventuinha




Um homem com o estômago perto da boca...

Spot: à porta da casa de banho Rider: Steve (ou o que restava dele) Foto: Zé




Os 3 dias em números:

Timpanos furados: 1
Shops de bicudos partidos: 3
Wipe-outs de bicudos: perdemos a conta
Wipe-outs de bodyboarders: 1
Estiramentos de tendão: 1
Gajos que ficaram de muletas: 1
Tubos completados: 6
Tubos completados com bafo: 2
Ondas bem surfadas: muitas
Garrafas de Sagres empinadas: 66
Bezanas de caixão-à-cova: 8
Gajos resgatados da casa-de-banho do Bangkoke: 1
Bodyboarders dormentes dentro de água no domingo: 6
Grupo de amigos em grande: 1 (o NOSSO!)


Reis:

Do tubo: Max
Do wipe-out: Abreu
Do atiranço ao lip: Rui
Da sabedoria (derivada da idade): Xuxa
Da bezana: Dropino e Steve
Da dormência dentro de água: Steve
Da caganeira: Henrique

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

Não podia ser melhor... C`um Catano!!!! Vai buscar


Caros manos,





É com um enorme espanto, que ao abrir o mail, deparo com um convite para um blogue "Sonhos Salgados"... O que é que eu pensei.... Mas o que é esta merda? Lá está, aquela pergunta de tuga desconfiado.

Quando vi o nome do mano Zé, aí disse: - Se isto vem do mano Zé, tem qualidade!!

Após ter visto o blogue, achei a ideia genial, não podia ser melhor, o cantinho dos riders da loba... Brutal!!!

Voltarei novamente. De momento, o que procuro mesmo, é estar convosco dentro de água, são sempre momentos de pura diversão.


Até sábado de manhã...

Abraço






quarta-feira, 23 de janeiro de 2008